12/02/2005
09/02/2005
08/02/2005
Fábula da Convivência
Durante a estação mais fria do ano, o inverno,
muitos animais não resistem ao frio intenso e morrem,
indefesos, por não se adaptarem às condições. Então que uma espécie,
numa tentativa de se proteger para sobreviver ao frio intenso,
começou a se unir, a se juntar cada vez mais. E todos juntos, bem unidos,
se aninhavam e terminavam por agasalhar uns aos outros,
aquecendo-se mutuamente e passavam a enfrentar por mais tempo o frio rigoroso.
Porém, o que parecia não atrapalhar, começou a incomodar.
Essa espécie eram os porcos-espinhos. Assim, os espinhos de cada um começaram
a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes
forneciam mais calor, aquele calor vital, que definia a questão entre
a vida e a morte.
Então, os feridos afastaram-se, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não
agüentarem mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Eles doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a
morrer de frio, congelados.
Os que não morreram, voltaram a se aproximar. Pouco a pouco, com jeito,
com cuidado, de tal forma que, novamente unidos, dessa vez cada um conservava
uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar,
sem causar danos ou dores uns aos outros. Assim, suportaram, resistindo ao
inverno impiedoso. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio;
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como e quando se encontrar;
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração;
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor;
É fácil conviver com as pessoas, difícil é fazer-se entender e compreender os outros.
Não vivemos um eterno inverno, mas também durante as outras estações,
precisamos estar juntos, próximos, dando e recebendo.
Espinhos ou farpas, feridas ou mágoas, temos de suplantá-las.
Amor, compreensão e solidariedade são mais importantes.
autor desconhecido
Sonho
Start =)
Gas Panic - Oasis
What tongueless ghost of sin crept through my curtains?
Sailing on a sea of sweat on a stormy night
I think he don't got a name but I can't be certain
And in me he starts to confide
That my family don't seem so familiar
And my enemies all know my name
And if you hear me tap on your window
Better get on yer knees and pray panic is on the way
My pulse pumps out a beat to the ghost dancer
My eyes are dead and my throat's like a black hole
And if there's a god would he give another chancer
An hour to sing for his soul
Cos my family don't seem so familiar
And my enemies all know my name
And when you hear me tap on yer window
Yer better get on yer knees and pray panic is on the way
Cos my family don't seem so familiar
And my enemies all know my name
And when you hear me tap on yer window
Then you get on your knees and you better pray
Cos my family don't seem so familiar
And my enemies all know my name
And when you hear me tap on your window
Yer better get on yer knees and pray
Panic is on the way
Panic is on the way


